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A engenharia tem soluções, mas a prevenção é o primeiro passo. AEAT contra as queimadas!

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As queimadas se tornam uma ameaça constante nesta época do ano, quando a baixa umidade e os ventos favorecem a propagação rápida do fogo. Além de destruir áreas de mata nativa e comprometer a biodiversidade, os incêndios florestais afetam a saúde da população, provocando problemas respiratórios, e colocam em risco comunidades inteiras, além de impactarem diretamente os recursos hídricos.

Nesse cenário, a engenharia desempenha um papel essencial na proteção e preservação ambiental. A aplicação de tecnologias de geoprocessamento e sensoriamento remoto, por exemplo, permite o monitoramento em tempo real de áreas de risco, identificando focos de calor e prevenindo a expansão do fogo. Na engenharia civil, projetos de aceiros, barragens e sistemas de drenagem ajudam a conter o avanço das chamas e proteger áreas habitadas. Já a engenharia florestal atua no manejo sustentável das matas, na criação de barreiras naturais contra o fogo e na recuperação de áreas degradadas.

A Associação de Engenheiros e Arquitetos de Taubaté (AEAT) reforça a importância da atuação integrada entre a sociedade, o poder público e os profissionais da engenharia na busca por soluções eficazes contra as queimadas. A prevenção é a forma mais inteligente de proteger nossas florestas, preservar a vida e garantir um futuro sustentável para todos.

O Brasil registrou mais de 34 mil queimadas entre 1º de janeiro a 14 de agosto de 2025. Em comparação com o mesmo período de 2024, os focos de incêndio detectados por satélite de referência no território do país diminuíram 58%. O levantamento, realizado pelo Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foi atualizado nesta quinta-feira (14).

A análise evidencia que, entre os biomas do país, o Cerrado concentra 48,3% dos focos, seguido pela Amazônia (25,5%), Mata Atlântica (14,7%), Caatinga (9,7%), Pantanal (1,5%) e Pampa (0,4%).

No recorte regional, o estado de Mato Grosso desponta com 5.070 queimadas, seguido por Tocantins (4.467), Maranhão (4.153), Bahia (3.193) e Pará (2.380).

Fonte: Brasil 61




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